
Resseguro
O seguro da seguradora.
Quando a carteira precisa de proteção ou o risco não cabe no limite de ninguém, o resseguro divide o peso com o mundo. É a atividade que deu origem à IAO, e uma das mais raras do mercado brasileiro.
O que é
A capacidade de toda seguradora tem um teto. O resseguro abre o espaço acima dele.
Por regulação, cada seguradora só pode reter risco na medida do próprio balanço. O resseguro divide esse risco com resseguradores no Brasil e no exterior, em dois movimentos: protege a carteira da seguradora contra a perda acumulada e cria capacidade para o risco que não cabe em nenhuma companhia sozinha. Sem ele, não existiria seguro para grandes patrimônios, e as maiores indenizações da história nunca teriam sido pagas.
Para quem
Quem precisa de resseguro, e por quê.
Três frentes em que o resseguro é a engrenagem que move a operação.
Proteção de carteira
Uma companhia que lança ou expande uma carteira contrata resseguro para limitar a perda máxima: se a sinistralidade acumulada estourar, o contrato repõe o excedente. A IAO desenha, precifica e coloca o contrato no mercado.
Capacidade além do limite
Um patrimônio de um bilhão não cabe em seguradora nenhuma. A estrutura combina cosseguro e resseguro facultativo, participação a participação, até fechar os cem por cento. Ver empresarial.
Estruturação para poucos
Corretores de seguros com casos de grande porte encontram na IAO a leitura técnica e o acesso ao mercado ressegurador que o caso exige. Parceria seletiva, para negócios à altura.
O contrato é o produto
Duzentas páginas em que cada vírgula vale milhões.
O contrato de resseguro, o slip, é onde a operação vive ou morre. Uma cláusula mal redigida libera o ressegurador de pagar, e a conta sobra para a seguradora. Uma cláusula bem escrita faz história: no Onze de Setembro, a redação de um corretor de resseguro, tratando ataques simultâneos como eventos distintos, definiu que a indenização seria paga em dobro. Contam-se nos dedos os profissionais no Brasil que redigem esse contrato com segurança. A IAO redige, e responde pelo que redige, com seguro de responsabilidade profissional dimensionado para os contratos que estrutura.
As estruturas que desenhamos
Contratos automáticos e facultativos. As formas mais comuns.
Contratos automáticos, que cobrem a carteira inteira, e facultativos, desenhados risco a risco. As formas mais comuns:
Quota Share
O ressegurador participa de um percentual fixo de todos os riscos, prêmios e sinistros da carteira.
Surplus
O ressegurador entra apenas na parcela que excede a retenção da seguradora. O padrão em grandes patrimônios.
Excess of Loss
Proteção contra a perda severa: acima da retenção da seguradora, o ressegurador responde até o limite contratado.
Cat XL
A camada catastrófica, para o evento que atinge muitos riscos de uma vez, de enchentes a tempestades severas.
Uma atividade secular
Mais antiga que o seguro moderno.
O Titanic navegava com o casco integralmente ressegurado, num contrato assinado por dezenas de resseguradores, cada um com a sua participação registrada. Há mais de dois séculos é o resseguro que paga as maiores perdas do mundo, a engrenagem silenciosa que sustenta todo o mercado segurador.
Alcance internacional
O mercado é o mundo. O acesso é da casa.
Resseguro é atividade global por natureza: a capacidade para um risco brasileiro pode estar em Londres, em Zurique ou em Singapura. A IAO acessa esse mercado por meio da Tysers, corretora fundada em Londres em 1820, com colocação direta na Lloyd's e presença em mais de 140 países. É a ponte que traz a capacidade do mundo para o risco daqui.
Próximo passo
Manda o caso. A gente lê e responde rápido.
Fale com o especialista ou mande no WhatsApp. A leitura do seu risco começa hoje.